Archive for 11/01/2010
Prazer e amor na empresa
Em uma determinada empresa foi encontrado um recém-nascido, que imediatamente foi entregue a um diretor. A diretoria, muito preocupada, determinou que se criasse um grupo de trabalho para esclarecer:
1) Se o achado era produto da casa;
2) Se algum funcionário da empresa estava envolvido com a criança.
Depois de longa investigação, a comissão elaborou um relatório dizendo que o bebê encontrado em uma sala não podia ser produto da casa, pelas seguintes razões:
1) Na empresa nunca se fêz nada com prazer e amor;
2) Na empresa jamais duas pessoas colaborariam íntimamente entre si;
3) Na empresa nunca foi feito nada que tenha pé nem cabeça;
4) Na empresa jamais aconteceu qualquer coisa que ficasse pronta no prazo de nove meses.
Esta historinha mostra, de forma caricaturada, que a melhoria da qualidade e da produtividade está extremamente relacionada com o ambiente de prazer e de amor na empresa.
Lições que podemos aprender:
1) É necessário um ambiente harmonioso na empresa.
Fazer as coisas com seriedade não significa trabalhar de cara fechada e com mau humor. A produtividade aumenta quando realizamos o trabalho dentro de um ambiente onde predomina a alegria, a descontração, e não a tristeza ou o medo.
2) Sem colaboração mútua, é difícil que as coisas aconteçam.
Uma única pessoa usando práticas de melhoria da qualidade pode fazer uma grande diferença em uma empresa. Mas raramente uma única pessoa possui conhecimento ou experiência suficiente para compreender tudo o que está envolvido em um processo.
3) Tudo tem que ser coerente e transparente.
Gerência participativa e clareza na comunicação é sem dúvida a chave para o sucesso de um programa de melhoria da qualidade.
4) Trabalhar de uma forma organizada e dentro do cronograma traz bons resultados.
Todo projeto deve ter responsabilidades e prazos definidos para que se possa medir e acompanhar os resultados
(autoria de Sérgio Cantalice, publicada no jornal Estado de Minas)
A reunião dos ratos
Certa vez alguns ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma reunião para encontrar um jeito de acabar com aquele eterno transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um rato jóvem levantou-se e deu a idéia de pendurar uma sineta no pescoço do gato; assim, sempre que o gato chegasse perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todo mundo bateu palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um rato velho que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O rato falou que o plano era muito inteligente, que com toda certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem ia pendurar a sineta no pescoço do gato?
Inventar é uma coisa, fazer é outra! Muitos funcionários às vezes ficam frustrados quando suas idéias não são implantadas. É preciso compreender que nem sempre as condições da empresa permitem a implantação das idéias, por mais inteligentes que elas sejam. O importante é continuar dando idéias pois no momento certo elas serão aproveitadas.