Olá!
É um prazer compartilhar estas reflexões com você. Espero que sejam úteis tanto pessoal como profissionalmente!
Encaminhe para amigos!
Aguardo seus comentários sobre o texto abaixo:
Cortando o mal pela raiz
Um pescador percebeu que alguém estava se afogando e rapidamente jogou-se na água e salvou a pessoa. Logo em seguida percebeu que outra pessoa também se afogava. Foi lá e também salvou a pessoa.
Quando olhou para o rio viu outro homem pedindo socorro e se afogando.
Um outro pescador, que estava chegando, caminhou mais acima na margem e viu que um homem estava jogando as pessoas no rio.
Ele prendeu o homem e resolveu o problema.
Às vezes quem está de fora do caso tem uma visão mais completa da situação e pode identificar melhor as causas dos problemas eliminando definitivamente o mal pela raiz.
Sempre que você estiver tentando resolver uma questão peça a opinião de alguém que não esteja envolvido e poderá enxergar a situação por um outro ângulo, podendo encontrar, assim, uma melhor resposta para o problema.
O valor da crença na tomada de decisão
Em uma região muito seca o povo implorou ao padre para rezar uma missa pedindo para chover mas o padre se negou a atender o pedido alegando que o povo não tinha fé.
Após muita pressão o padre aceitou rezar tal missa. No dia da missa todos os habitantes compareceram à igreja. O padre passeou entre os fiéis e, voltando ao altar, falou.
- Não haverá mais missa, vocês não têm fé.
O prefeito gritou:
- Todos temos fé e como prova disso, a igreja está cheia.
Aí o padre perguntou:
- Quem trouxe um guarda-chuva?!
Todos baixaram a cabeça. Ninguém tinha levado o guarda-chuva.
Muitos diretores agem como o povo dessa cidade: querem que as coisas melhorem na empresa mas não botam fé nas medidas que são tomadas. Como conseqüência, os funcionários ficam frustrados e cansados de tantos projetos que se iniciam e nunca se concluem.
Para fazer as coisas mudarem na empresa é preciso, em primeiro lugar, que a diretoria efetivamente abrace a idéia e seja a primeira a dar o exemplo.
Carga de trabalho da equipe
As vezes a carga de trabalho e de responsabilidade já é tão demasiada que qualquer coisa a mais faz a pessoa perder o controle.
Uma lenda do deserto conta a história de um homem que ia se mudar de oásis e começou a carregar seu camelo.
Colocou os tapetes, os utensílios de cozinha, os baús de roupas e o camelo agüentava tudo.
Quando ia saindo lembrou-se de uma linda pena azul que seu pai lhe tinha presenteado. Resolveu pegá-la e a colocou em cima do camelo.
Neste momento, o animal arriou com o peso e morreu.
“Meu camelo não agüentou o peso de uma pena”, deve ter pensado o homem.
Se voce está na posição de liderança, observe se algum dos seus funcionários não está com uma carga de trabalho excessiva. Ele pode ser o próximo a explodir. Mas voce pode evitar que isso aconteça.
Melhore o seu desempenho profissional, participando do curso Administração do tempo e Organização Pessoal, promovido pela Sociedade Brasileira da qualidade. Tel 35 96 85 55 - Tel 35 96 85 55
Todos tem seu grau de importância não importa o cargo
Certa vez um professor entregou um questionário para os alunos responderem. Todos responderam rapidamente até chegar a última questão, que era: qual o nome da mulher que faz a limpeza da escola?
Os alunos acharam que era uma piada. Já tinham visto a mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos 50 anos, mas ninguém sabia o nome dela.
Um aluno ao entregar o questionário deixando a questão sem resposta, perguntou se a última questão iria influenciar na nota.
- É claro! – Respondeu o professor. – Na sua carreira você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção, mesmo que seja com um simples “bom dia, como vai?”.
O aluno nunca mais esqueceu essa lição e acabou aprendendo não só o nome da faxineira, mas de todos os outros funcionários da escola.
Vontade de servir ao cliente: pessoas “sim”, pessoas “não”
Certa vez um rei e um grupo de cavaleiros estavam viajando a cavalo quando chagaram às margens de um rio que havia transbordado e não havia ponte para passar.
Cada cavaleiro foi forçado a atravessar o rio a cavalo lutando contra a correnteza forte e rápida. O medo de morrer era grande.
Um viajante, que não fazia parte do grupo ficou a observar a coragem dos cavaleiros. Depois de vários terem chegado ao outro lado da margem, o viajante perguntou ao rei se ele o transportaria através do rio. O rei concordou sem hesitar. O homem subiu e logo depois ambos chegaram em segurança ao outro lado.
Quando o viajante desceu da cela um dos cavaleiros perguntou: “diga-me, por que escolheu o rei para pedir esse favor? O homem ficou chocado, admitindo não saber que fora o rei quem o ajudara.
“Tudo que sei” disse ele, é que no rosto de alguns de vocês estava escrita a resposta “NÃO” e em outros a resposta “SIM”. O rosto dele dizia “SIM”.
Quando se trata de atendimento ao cliente, a “vontade” de atender é perceptível pelo cliente. Pouco adianta treinar funcionários para dar um bom atendimento, se eles não estiverem efetivamente com vontade – e o mais importante – demonstrando vontade de resolver os problemas dos clientes. Mais cedo ou mais tarde , os nossos sentimentos tranparecem em nossas fisionomias.
Comportamentos semelhantes aos dos animais
O comportamento das pessoas no trabalho, às vezes é semelhante ao dos animais….
Canguru: é mestre na arte de engavetar documentos desnecessários. Acha imprescindível manter com ele um arquivo completo com cópias de tudo o que circula pelo seu departamento como formulários, memorandos e cópias de emails. Para carregar toda a papelada usam grandes bolsas ou uma mala executiva.
Elefante: É um tremendo peso em qualquer escritório. Assume por conta própria a memória da empresa, achando que tudo deve ser feito como vem sendo feito há anos. Não admite mudanças. Nem mesmo mudar sua imensa mesa sempre cheia de papéis. Possui um conhecimento “enciclopédico” de seu trabalho e, por isso, se acha o maior.
Avestruz: A típica pessoa que engole tudo. Aceita todo trabalho sem discutir. Mas isso não que dizer que vá resolvê-lo. Ao contrário, gosta de passar à frente suas obrigações para que outros resolvam, escondendo e preservando sua cabeça. É grande escritor de memorandos, comunicados e relatórios volumosos de capas bonitas, totalmente dispensáveis.
Papagaio: À primeira vista, é um sujeitinho simpático, alegre e de boa conversa, pois é muito bem informado. Com o passar do tempo, você percebe que é só isso mesmo, porque de trabalho ele só tem prosa. Na verdade, seu negócio é ficar voando por aí, fazendo críticas ao serviço dos outros e divulgando coisas sem importância. Se você pedir uma mãozinha, pode apostar que ele “dá no pé”.
Bicho-preguiça: Onde a preguiça se instala, nada se cria. Ele sempre se queixa do serviço, por menor que seja, só aceitando pedidos por escrito, tais como memorandos e outras burocracias demoradas. Acha também importantíssimo distribuir cópias para todos na última hora, que normalmente chegarão ao destino quando não forem mais necessárias. Seu trabalho sonolento e pouco criativo é que tira o sono de todo mundo.
Zebra: Se as coisas vão bem, ele acha um defeito. Nas suas mãos, todo processo pára, porque ele diz: “Não existe nada completamente certo. Deve-se desconfiar de tudo. Vive solicitando documentos dispensáveis e adora inventar novos controles que atrapalham o serviço. Quando o controle começa a incomodar, ele inventa um “sistema mecanizado infalível” à prova de erros.
São atitudes pessoais totalmente contrárias à filosofia e aos princípios da gestão empresarial eficiente e moderna.
Prazer e amor na empresa
Em uma determinada empresa foi encontrado um recém-nascido, que imediatamente foi entregue a um diretor. A diretoria, muito preocupada, determinou que se criasse um grupo de trabalho para esclarecer:
1) Se o achado era produto da casa;
2) Se algum funcionário da empresa estava envolvido com a criança.
Depois de longa investigação, a comissão elaborou um relatório dizendo que o bebê encontrado em uma sala não podia ser produto da casa, pelas seguintes razões:
1) Na empresa nunca se fêz nada com prazer e amor;
2) Na empresa jamais duas pessoas colaborariam íntimamente entre si;
3) Na empresa nunca foi feito nada que tenha pé nem cabeça;
4) Na empresa jamais aconteceu qualquer coisa que ficasse pronta no prazo de nove meses.
Esta historinha mostra, de forma caricaturada, que a melhoria da qualidade e da produtividade está extremamente relacionada com o ambiente de prazer e de amor na empresa.
Lições que podemos aprender:
1) É necessário um ambiente harmonioso na empresa.
Fazer as coisas com seriedade não significa trabalhar de cara fechada e com mau humor. A produtividade aumenta quando realizamos o trabalho dentro de um ambiente onde predomina a alegria, a descontração, e não a tristeza ou o medo.
2) Sem colaboração mútua, é difícil que as coisas aconteçam.
Uma única pessoa usando práticas de melhoria da qualidade pode fazer uma grande diferença em uma empresa. Mas raramente uma única pessoa possui conhecimento ou experiência suficiente para compreender tudo o que está envolvido em um processo.
3) Tudo tem que ser coerente e transparente.
Gerência participativa e clareza na comunicação é sem dúvida a chave para o sucesso de um programa de melhoria da qualidade.
4) Trabalhar de uma forma organizada e dentro do cronograma traz bons resultados.
Todo projeto deve ter responsabilidades e prazos definidos para que se possa medir e acompanhar os resultados
(autoria de Sérgio Cantalice, publicada no jornal Estado de Minas)
A reunião dos ratos
Certa vez alguns ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma reunião para encontrar um jeito de acabar com aquele eterno transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um rato jóvem levantou-se e deu a idéia de pendurar uma sineta no pescoço do gato; assim, sempre que o gato chegasse perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todo mundo bateu palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um rato velho que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O rato falou que o plano era muito inteligente, que com toda certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem ia pendurar a sineta no pescoço do gato?
Inventar é uma coisa, fazer é outra! Muitos funcionários às vezes ficam frustrados quando suas idéias não são implantadas. É preciso compreender que nem sempre as condições da empresa permitem a implantação das idéias, por mais inteligentes que elas sejam. O importante é continuar dando idéias pois no momento certo elas serão aproveitadas.
Quem cria o ambiente de trabalho é você!
De vez em quando eu ouço pessoas dizerem “não dá para trabalhar nesta empresa, o pessoal aqui é muito estranho, muito complicado, são todos egoístas”!
Isso me faz lembrar a história de um jovem que chegou em uma cidade, aproximou-se de um velho e perguntou: “Que tipo de pessoa vive neste lugar?” Ao invés de responder, o velho perguntou: Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
Ah! Um grupo de egoístas e malvadas – respondeu o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
E o velho replicou: a mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.
No mesmo dia, um outro jovem chegou ao local e vendo o ancião perguntou-lhe: “Que tipo de pessoa vive por aqui?”
O velho respondeu com a mesma pergunta: “Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?”
O rapaz respondeu: “Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter que deixá-las.
“O mesmo encontrará pôr aqui”, respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: “Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?”
Ao que o velho respondeu: aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos, também os encontrará aqui.
Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente de trabalho somos nós que criamos e isso só depende de nós”.